
“Aroeira” exalta o florescimento como força vital, inspirando-se na árvore que dá nome à obra: firme, resistente e plena de cor, propondo um olhar poético sobre o ato de florescer como alegoria do renascimento e da potência de existir. Em cena, corpos que brotam, se entrelaçam e se expandem, revelando o movimento como linguagem da vida. A coreografia dialoga com a linguagem do jazz dance e com movimentos percussivos, criando uma peça vibrante, em que ritmo e respiração se encontram como seiva em movimento. “Aroeira” é o corpo que se abre ao sol, que se reinventa como estado de resistência e de beleza. Coreografia: Anelita Gallo | Trilha Sonora: Carlos Bauzys | Figurino: Acrides | Iluminação: Marcel Rodrigues