Muito além da estética, o grafismo do povo Kayabi (autodenominado Kawaiwete) é um mergulho na memória e na espiritualidade do Xingu. Nesta oficina conduzida por Rykatu Kayabi, os participantes serão convidados a conhecer os significados dos traços e padrões que compõem a identidade desse povo, compreendendo como cada desenho carrega valores de proteção, pertencimento, história, a força dos antepassados e a organização do mundo. A atividade propõe uma experiência prática: primeiro, a exploração dos traços no papel e, para aqueles que desejarem, a oportunidade de receber o grafismo na pele, por meio da pintura com o sumo do jenipapo, a tinta sagrada da floresta que sela o encontro entre o conhecimento e o corpo. Acessibilidade: O edifício conta com elevador, piso tátil e QR Codes para audiodescrição. Cães-guia são liberados para acompanhar seus tutores durante todo o percurso.


